14.7.14

Nota # 08

Uma frase recorrente; a vida como papel de seda. Não digo em voz alta, não registro à tinta, enquanto digito, aceleradamente, meu dedo anelar tenta correr para o x que logo apaga. Mas, insisto pela verborragia do sentir, disto que me bate em ondas, não são sete, me perco em seu incontável, cravo os pés em terra firme para que não me arraste. Pego em sua mão, fluiremos quando o mar for calmaria.

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