10.2.13

Carnaval when i'm feeling blue

A qualquer é dado o subjetivo. Por isso, insisto no fantástico que irrompe em Cortázar, na simplicidade de ser-se em passarinho de Manoel de Barros, mesmo quando a melancolia de Plath me toma pelo estomago. Meu suicídio é dado pela palavra desdita na nota agridoce de um ukelele, no clichê de ser tristeza em poeta, para, enfim, renascer num bloco solitário de carnaval.

2 comentários:

LUH 3417 disse...

Estava ansiosa para te contar que há uma semana passeando numa Saraiva encontrei barato (e comprei, e estou lendo pela primeira vez) um livro do Cortázar.

LUH 3417 disse...

Ah! O livro é Todos os Fogos. O primeiro conto já me deixou sem fôlego. :)